Família e o que carregamos dela
Não sei o que fazer com o que recebi da minha família
O que guardar, o que transformar e o que interromper?
Você já percebe que muito do seu jeito de amar, de brigar e de lidar com dinheiro veio de casa. Agora a pergunta é outra: o que fazer com isso, sem romper com quem você ama?
Para quem é esta situação
- Pessoas
Compreensão Científica
Ninguém começa a vida do zero. Regras que ninguém escreveu, jeitos de demonstrar carinho, de lidar com conflitos e com dinheiro chegam até nós antes de podermos escolher. Parte disso vale a pena guardar; parte merece ser transformada; e algumas coisas precisam ser interrompidas.
Escolher não significa culpar os pais nem cortar relações. Muitas vezes significa colocar limites sem ruptura, conviver com quem não mudou e aceitar que haverá recaídas pelo caminho. O que ajuda é olhar com honestidade e sem tribunal: o que eu recebi, o que eu repito e o que eu quero levar adiante?
Aspectos da Situação
O que herdamos da família
Limites sem ruptura
Caminhos Possíveis
- fazer um inventário do que você recebeu: o que guardar, o que transformar e o que interromper;
- reconhecer também as heranças boas, que merecem ser preservadas;
- colocar limites claros sem precisar romper;
- aceitar que nem todos vão mudar junto com você;
- pensar no que você quer passar adiante para quem vem depois;
- procurar ajuda profissional quando não for só "defeito": em casos de violência, abuso ou negligência, procure apoio: 190 (emergência), 180 (violência contra a mulher) ou Disque 100 (direitos humanos). Em sofrimento emocional intenso, CVV 188.
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