Sobre esta coleção
Lugares Aprendidos — os papéis que aprendemos na família e levamos para a vida
Quatro livros sobre os lugares que aprendemos a ocupar na família e levamos para a vida adulta: quem cuida de todo mundo e não sobra nada para si, quem sempre dá conta e não pede ajuda, quem sente que precisa resolver a vida de quem ama e quem só se sente valioso quando é útil. Cada volume traz o PsiStar, um questionário rápido, e um mapa para aplicar o que você leu à sua própria história. Escritos pelo psicólogo José Vidal Filho. Não substitui acompanhamento psicológico.
Para quem é
Existe para adultos que cuidam de todos e se esquecem de si, que não conseguem pedir ajuda, que resolvem a vida dos outros ou que só se sentem com valor quando são úteis.
Conheça os Volumes

Tudo para os outros, nada para mim
Quando cuidar dos outros deixa de ser escolha
Para quem cuida de todo mundo e, no fim, não sobra nada para si. Acompanhe Marcelo, o resolvedor da família desde criança, e entenda de onde vem esse jeito de cuidar, quanto ele custa hoje e como cuidar sem desaparecer.

Eu preciso dar conta de tudo
Quando ser forte vira obrigação
Para quem sempre dá conta, não pede e diz "está tudo bem" mesmo quando não está. Acompanhe Helena e entenda por que pedir ajuda parece tão difícil, de onde veio esse jeito de ser forte e como ser forte sem ser invulnerável.

Se eu não resolver, quem vai?
Quando proteger começa a virar controle
Para quem sente que precisa resolver a vida de quem ama e ouve: "me deixa viver a minha vida". Acompanhe Vera e entenda de onde vem a necessidade de prevenir e controlar, quanto ela custa e como cuidar sem tomar o volante.

Quem eu seria se não precisassem de mim?
Quando ser útil vira a medida do meu valor
Para quem passou a vida sendo necessário e, um dia, percebeu que ninguém precisava tanto assim. Acompanhe Sílvia e Álvaro e entenda por que tantas pessoas só se sentem valiosas quando são úteis, e quem somos além da função.
O que você pode estar vivendo
- Faço tudo pelos outros e não sobra nada para mim
- Sinto que preciso dar conta de tudo
- Sinto que, se eu não resolver, ninguém vai resolver
- Só me sinto importante quando alguém precisa de mim
